O João fez 35 anos no dia 3 de fevereiro. Há meses que ele me pedia uma coisa que me deixava ao mesmo tempo nervosa e excitada: queria ver-me com outro homem. Queria ser corno de verdade, ver com os próprios olhos.
Eu arranjei tudo em segredo. Convidou o Tiago, um rapaz de 27 anos que conheci numa app. Alto, moreno, corpo definido do ginásio. Disse-lhe a verdade: o meu marido ia estar no quarto connosco, mas só a ver. Ele aceitou sem problema.
Na noite do aniversário, depois do jantar, levei o João para o quarto. Ele estava nervoso. Eu vesti uma lingerie preta que ele adora e disse-lhe para se sentar na poltrona do canto.
— Hoje não me tocas, amor. Hoje és só o meu corno de aniversário.
Quando o Tiago chegou, beijei-o à frente do João. Devagar, com língua. Senti o olhar do meu marido em nós. Depois, deixei que o Tiago me despisse. Quando fiquei só de cuecas, olhei para o João e sorri.
— Vês como ele me toca? Vês como eu me abaixo para ele?
Fiz o Tiago sentar-se na cama e ajoelhei-me entre as pernas dele. Enquanto lhe chupava a pila, olhava de vez em quando para o João. Ele tinha os olhos fixos em mim, a boca entreaberta, a mão a apertar a própria pila por cima das calças.
— Podes tocar-te, mas não gozas sem a minha autorização — disse-lhe.
Depois, subi para cima do Tiago e deixei que ele me fodesse enquanto eu olhava nos olhos do meu marido. Fui gozando várias vezes, gemendo o nome do Tiago, chamando o João de "meu corno" entre os gemidos.
Quando o Tiago gozou dentro de mim, saí de cima dele devagar e caminhei até ao João. Sentei-me no colo dele, ainda com o esperma a escorrer pela minha coxa, e beijei-o profundamente.
— Feliz aniversário, meu amor — sussurrei. — Agora és oficialmente o meu corno.
Ele gozou nas calças só com o beijo.