O Meu Corno
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FANTASIA 28 de Janeiro de 2026 67.1k leituras

O Telefone que Não Desliguei

Esta história ainda não aconteceu... mas já a imaginei tantas vezes que quase parece real.

Estou num quarto de hotel em Lisboa. O homem que está comigo chama-se Pedro. Tem 29 anos e uma pila grossa que me enche completamente. Estamos há quase duas horas a foder sem parar.

O meu telefone está em chamada com o João, que está em casa, sozinho, com a gaiola de castidade que eu lhe pus esta manhã.

— Descreve o que ele te está a fazer agora — ouço a voz trémula do meu marido ao telefone.

Eu sorrio para o Pedro e respondo alto, para que o João ouça bem:

— Ele está a foder-me de lado, João. Tem a mão na minha anca e está a meter fundo... muito fundo. Sinto-o a bater no fundo de mim.

Pedro ri baixo e mete mais forte, só para eu gemer mais alto.

— Ele é muito melhor que tu, amor. Muito mais grosso. Tu nunca me encheste assim.

Ouço o João a respirar com dificuldade do outro lado. Sei que está a tentar não tocar na gaiola.

— Quero que ouças quando ele gozar dentro de mim — digo. — Quero que ouças tudo.

Pedro vira-me de bruços e começa a foder-me com força. Eu gemo sem parar, chamando o nome dele, chamando o João de corno, de puto, de meu putinho. Cada palavra faz o meu marido gemer baixo ao telefone.

Quando o Pedro finalmente goza, grito. Gozo com ele, sentindo o jacto quente dentro de mim. Depois, pego no telefone e aproximo-o da minha cona.

— Ouve, João... ouve o barulho do esperma dele a sair de dentro de mim.

Do outro lado, o meu marido goza na gaiola, sem tocar, só com a voz e os sons.

— Boa rapariga — diz o Pedro, beijando-me no ombro. — O teu corno gozou só de ouvir.

Eu rio e respondo ao telefone:

— Vou ficar mais uma hora com ele, amor. Quando chegar a casa... quero que me limpes com a língua.

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— Inês Cardoso
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