Esta história ainda não aconteceu... mas já a imaginei tantas vezes que quase parece real.
Estou num quarto de hotel em Lisboa. O homem que está comigo chama-se Pedro. Tem 29 anos e uma pila grossa que me enche completamente. Estamos há quase duas horas a foder sem parar.
O meu telefone está em chamada com o João, que está em casa, sozinho, com a gaiola de castidade que eu lhe pus esta manhã.
— Descreve o que ele te está a fazer agora — ouço a voz trémula do meu marido ao telefone.
Eu sorrio para o Pedro e respondo alto, para que o João ouça bem:
— Ele está a foder-me de lado, João. Tem a mão na minha anca e está a meter fundo... muito fundo. Sinto-o a bater no fundo de mim.
Pedro ri baixo e mete mais forte, só para eu gemer mais alto.
— Ele é muito melhor que tu, amor. Muito mais grosso. Tu nunca me encheste assim.
Ouço o João a respirar com dificuldade do outro lado. Sei que está a tentar não tocar na gaiola.
— Quero que ouças quando ele gozar dentro de mim — digo. — Quero que ouças tudo.
Pedro vira-me de bruços e começa a foder-me com força. Eu gemo sem parar, chamando o nome dele, chamando o João de corno, de puto, de meu putinho. Cada palavra faz o meu marido gemer baixo ao telefone.
Quando o Pedro finalmente goza, grito. Gozo com ele, sentindo o jacto quente dentro de mim. Depois, pego no telefone e aproximo-o da minha cona.
— Ouve, João... ouve o barulho do esperma dele a sair de dentro de mim.
Do outro lado, o meu marido goza na gaiola, sem tocar, só com a voz e os sons.
— Boa rapariga — diz o Pedro, beijando-me no ombro. — O teu corno gozou só de ouvir.
Eu rio e respondo ao telefone:
— Vou ficar mais uma hora com ele, amor. Quando chegar a casa... quero que me limpes com a língua.